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Cura Energética
CURA ENERGÉTICA
                            Todo bloqueio provoca desequilíbrio e os desequilíbrios criam instabilidades, levando uma determinada estrutura a situação de desarmonia. Se na estrutura do corpo humano, a desarmonia pode ser uma patologia, doença, mal-estar, angustia, irritabilidade, etc.
 
                       Entendemos que um dos aspectos da cura é a eliminação dos bloqueios e isso pode ser realizado de diversos modos, com várias formas de abordagem.
 
                        Evidentemente, se a matéria é uma forma de energia concentrada, todo e qualquer modo de se tentar a cura será dentro do que estamos chamando de Cura Energética. Como o leque de enfoques é amplo, vamos mencionar aqueles modos em que trabalhamos nos corpos sutis (etérico, astral, mental) e que produzem profundas repercussões no corpo mais denso (físico).
 
                        Assim, terapias que promovam o equilíbrio áurico de uma pessoa, certamente estarão contribuindo para que haja desbloqueio com tendência à cura.Esse desbloqueio áurico pode ser conseguido com alinhamento dos vórtices energéticos, massagem áurica, mudanças vibracionais, limpezas ambientais e reenergização, utilizando diversas técnicas. Essas formas de conduta em que um terapeuta trata de um cliente podem ser com a utilização de cristais, sons, cores, símbolos, técnicas de imposição de mãos, ondas de forma, luz, calor, aromas, toques, etc.
                        Cura energética consiste no conjunto de diversas técnicas de terapias vibracionais .
 
                        Na divulgação pela mídia e até pela boca dos profissionais, têm-se escutado muito o termo energia, quer seja para explicar o funcionamento de alguma técnica, o sucesso a dificuldade em curar, o porquê e outros. Porém, raramente vemos a descrição concisa da qualidade da energia, e porque atua.
 
                        O que acontece é que por facilidade de expressão, ou por preguiça de pesquisar preferimos utilizar a palavra energia para explicar muitos “fenômenos” e “acontecimentos”. Vou usar aqui a explicação publicada no Manual de Quiropraxia de nosso grande colega Dr. Matheus de Souza, falecido recentemente:
 
                        “ O conceito energia tem mudado muito nos últimos 150 anos, época em que surgiram os primeiros conceitos que viriam a formar a termodinâmica.
 
                        O calor era um fluido; as substâncias tinham o flogístico, que era liberado quando havia combustão.
 
                        A eletricidade era um fluido; quando se esfregava o âmbar, esse era liberado e ficava eflúvio.
 
                        A metáfora para se entender a energia o fluido, estávamos então no domínio da hidrodinâmica, como se tudo fosse como água correndo. Em alguns dicionários ainda se lê que energia é um “fluido misterioso”, provavelmente de natureza eletromagnética, portanto não é de admirar que muitas pessoas ainda pensem dessa maneira.
 
                         Hoje, no entanto, podemos conceituar isso de modo diferente, pois possuímos ferramentas conceptuais bem sofisticadas.
 
                         Necessitamos uma compreensão mais apurada sobre o que queremos dizer quando falamos em energia; também, quando falamos em matéria.Se insistirmos nessa dualidade, afirmando que as manifestações são materiais ou energéticas, o que realmente estamos querendo dizer?
 
                          O trabalho científico só tem início quando palavras e conceitos têm o seu significado descrito com precisão. Todos devem falar a mesma linguagem. Há que se concordar com o que significa matéria e o que significa energia. Um denominador comum é necessário.
 
                           “Em toda a ciência física, não existe uma coisa que seja alguma coisa “. Essa afirmação de James Kay é de entendimento bastante simples porque, atualmente, entende-se matéria como densidade de campo . Faz cem anos que os físicos demonstraram que o elétron, essa partícula elementar, não tem massa; na verdade, nem é uma partícula, apenas se comporta como tal em circunstâncias especiais. O elétron se comporta como onda ou partícula, mas não esta em nenhum lugar num determinado momento. 
 
                            Não se pode situa-lo no espaço e no tempo, simultaneamente. Se é localizado num determinado ponto de um eixo de coordenada, não sabemos em que momento está; localizado no tempo, também não sabemos onde está.
 
                            Esse é o principio da incerteza de Heisenberg. Se a base daquilo que chamamos matéria não é material, então acabou a matéria .
 
                            Vamos expor, resumidamente, algumas considerações sobre massa e energia.
 
                             A divisão entre matéria e campo ou matéria e energia é artificial. Não existe. Os textos atuais que tratam de biologia ou fisiologia, quando falam que o organismo faz trocas no ambiente de matéria-energia, ambas vêm unidas por um traço.
 
                             Em 1902, Henri Poincaré, no seu livro “La Science et Hipothése”, no capítulo “ O fim da Matéria”, diz que a massa ficou sendo o de um número, de uma medida da inércia, de um componente de um determinado sistema. Assim, matéria não é coisa; matéria é medida.
 
                              Habituou-se a identificar massa com peso, com a força da gravidade. Assim, massa vem de maço ou porrete,um tipo de martelo pesado que os antigos construtores usavam para aplicar força a um cinzel e desbastar pedras brutas: algo que se segura firmemente nas mãos. Portanto, existe uma certa fixação nessa idéia de substância como algo sólido é difícil para mentes não acostumadas a abstrações, fugir dessa configuração da natureza.
 
                             A física contemporânea, no entanto, formaliza uma síntese de noções que eram aparentemente inconciliáveis: matéria e energia, onda e corpúsculo, espaço e tempo. Difícil? Sim é, porém, necessitamos fazer essa reflexão.
                              Quando em 1847, Helmholtz, pela primeira vez usou a palavra energia, estabeleceu que ela não era fluido imponderável. Na ocasião, assim como hoje em dia, quando se tem que trabalhar com substâncias que não são “coisas”, porque não possuem peso, costuma-se dizer que é um fluido imponderável: uma substância sem peso.
 
                              É algo difícil e um tanto incompreensível que para descrevê-la inventou-se essa expressão, “ fluido imponderável”. Nessa época, começo da termodinâmica, Helmholtz e Oswald 9 fundador da física-química) iniciaram um movimento chamado “energetismo”, muito importante no final do século passado. Porém, logo em seguida, vieram a teoria da relatividade e mecânica quântica que acabaram com a necessidade de se distinguir entre energia e matéria e o “energetismo” perdeu a razão de ser. "
                                                                                          Mario Rodrigues
 
 
                                                                   
                       
 
 
                       

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